//
Você está lendo...
Ciências Econômicas

KARL MARX – O processo de troca (FICHAMENTO)

MARX, Karl. O capital. Livro 1, O processo de produção do capital. Vol. I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. Capítulo 2, O processo de troca.

  • “Para relacionar essas coisas, umas com as outras, como mercadorias, têm seus responsáveis de comportar-se, recìprocamente, como pessoas cuja vontade reside nessas coisas, de modo que um só se aposse da mercadoria do outro, alienando a sua, mediante o consentimento do outro, através, portanto, de um ato voluntário comum”. (p. 94)
  • “Todas as mercadorias são não-valôres-de-uso, para os proprietários, e valôres-de-uso para os não-proprietários. Tôdas têm, portanto, de mudar de mãos”. (p. 96)
  • “O dinheiro é um cristal gerado necessàriamente pelo processo de troca, e que serve, de fato, para equiparar os diferentes produtos do trabalho e, portanto, para convertê-los em mercadorias”. (p. 97)
  • “Um intercâmbio em que os possuidores de mercadorias trocam seus artigos por outros diferentes, comparando-os, não poderia jamais funcionar se nêle não houvesse determinada mercadoria eleita, pela qual se trocam as diferentes mercadorias de diferentes possuidores e com a qual se comparam como valôres”. (p. 98-99)
  • “A forma dinheiro adere aos mais importantes artigos fornecidos pelo estrangeiro, os quais, na realidade, se constituem em formas espontâneas de manifestação do valor-de-troca dos produtos da economia interna, ou se fixa no objeto útil, que representa o elemento principal do patrimônio nativo alienável, o gado, por exemplo”. (p. 99)
  • “À medida que a troca de mercadorias rompe os laços locais, e que se cristaliza cada vez mais trabalho humano em geral no valor das mercadorias, passa a forma dinheiro a localizar-se nas mercadorias que, por natureza, se prestam à função social de equivalente universal, os metais preciosos”. (p. 99)
  • “A dificuldade não reside em demonstrar que dinheiro é mercadoria, mas como, por que e através de que meios dinheiro é mercadoria”. (p. 102-103)
  • “Segundo essa aparência ilusória, uma mercadoria não se torna dinheiro sòmente porque tôdas as outras nela representam seu valor, mas, ao contrário, tôdas as demais nela expressam seus valôres, porque ela é dinheiro”. (p. 103)
  • “O enigma do fetiche dinheiro é, assim, nada mais do que o enigma do fetiche mercadoria em forma patente e deslumbrante”. (p. 104)

COMENTÁRIOS

Quem quiser também pode conferir o meu resumo e fichamento de KARL MARX – A mercadoria.

Sobre Vinicius Gregory

Sou bacharel e licenciado em história pela Universidade de Brasília (UnB). Hoje trabalho na área de vendas. Represento a Oceanic, uma marca de cosméticos produzidos pela Racco, sediada em Curitiba/PR. A Oceanic oferece boa margem de lucro na revenda de seus produtos e ótimos incentivos na recomendação de novos consumidores e revendedores. Para criar sua conta na Oceanic e passar a consumir ou revender os produtos, basta acessar o link: http://escritorio.oceanic.com.br/u/vgregory

Discussão

Trackbacks/Pingbacks

  1. Pingback: KARL MARX – A mercadoria (RESUMO) | Vinícius Matté Gregory - 4 de maio de 2014

  2. Pingback: KARL MARX – A mercadoria (FICHAMENTO) | Vinícius Matté Gregory - 4 de maio de 2014

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Página no Facebook

Estatísticas do Blog

  • 85,328 Acessos

Quem sou eu


Sou bacharél e licenciado em história pela Universidade de Brasília (UnB). E agora estou cursando o mestrado, também em história, também na UnB. Desenvolvo minhas pesquisas na área de história da América.

%d blogueiros gostam disto: